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Professores contratados exigem demissão de ministro e anulação de concurso

Professores contratados exigem demissão de ministro e anulação de concurso

Cerca de 100 professores contratados exigem, desde as 15 horas desta segunda-feira, a demissão do ministro da Educação, Nuno Crato, devido a alegados erros nas colocações através da Bolsa de Contratação de Escola.

Os professores pedem a anulação do concurso e exibem cartazes com as palavras de ordem "Demissão" e "Está na hora do ministro ir embora".

O protesto reúne professores maioritariamente contratados e foi convocado na rede social Facebook por diferentes organizações.

O deputado do Bloco de Esquerda Luís Fazenda juntou-se à concentração designada "Meet no MEC" para manifestar solidariedade com os docentes.

"Este concurso só pode ser anulado. Os apelos à demissão que aqui se ouvem são o corolário lógico de tanta incompetência", disse o deputado à imprensa no local.

Luís Fazenda afirmou que a credibilidade do ministro sai "completamente queimada", devido à alegada utilização de uma fórmula matemática contendo erros, o que segundo os professores, alterou o processo normal de graduação dos candidatos.

Belandina Vaz, professora de História que tem participado nos protestos, disse a agência Lusa que a Bolsa de Contração de Escola - cujos resultados foram conhecidos na semana passada - contém "imensas irregularidades e falhas" na colocação de professores.

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