Sociedade

Quatro grandes universidades aplicam a propina máxima

Quatro grandes universidades aplicam a propina máxima

Quatro grandes universidades públicas do país vão aplicar a propina máxima para o próximo ano letivo. As universidade de Coimbra, Lisboa, Nova de Lisboa e Aveiro optam pelo montante de 1065,72 euros anuais, um aumento de quase 29 euros que os reitores justificam com "a falta de dotação orçamental para o Superior". Do lado oposto, o Minho e Beira Interior mantêm o valor do ano passado, 1037,20 euros e o Porto, pelo segundo ano consecutivo, não ultrapassa os 999,71 euros.

Os argumentos são claros para ambas as decisões. Se as universidades que elevam a propina dizem que os cortes que têm sofrido não lhes permite alternativa (parte desta receita serve para pagar despesas de funcionamento), as que não aumentam dizem que o contrário colocaria as famílias numa situação ainda mais difícil.

Numa coisa, todos os reitores ouvidos pelo JN concordam: "o Governo tem sido muito lesto a cortar no Ensino Superior" e "as universidades enfrentam tempos muito difíceis". Em cima da mesa está, por exemplo, a cativação de 2,5% prevista no orçamento retificativo e novos cortes para 2014.

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