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Reforço Alimentar começou em dezenas de escolas

Reforço Alimentar começou em dezenas de escolas

O Programa Escolar de Reforço Alimentar arrancou esta semana em "dezenas de escolas" de todo o país, garantiu, esta sexta-feira, fonte do Ministério da Educação, remetendo os pormenores para uma avaliação no final da fase piloto.

"Esta fase piloto visa sobretudo afinar os procedimentos e a logística, tendo em conta a sua generalização no próximo ano letivo", disse a mesma fonte.

As aulas terminam dentro de uma semana para os alunos do Ensino Básico que não têm provas finais ou exames. Para os restantes é hoje o último dia.

"No final desta fase piloto, será feita uma avaliação do programa, sendo nessa altura divulgados pormenores sobre o número de escolas e alunos abrangidos, bem como as empresas que se associaram" à iniciativa, de acordo com a mesma fonte.

A exigência de servir na escola o pequeno-almoço a crianças que apresentavam sintomas de fome partiu da sociedade civil, através de uma petição que recolheu mais de 10.000 assinaturas, depois dos casos denunciados pelos próprios dirigentes escolares.

O debate em torno deste problema envolveu todos os partidos políticos, embora com visões distintas sobre a forma de o resolver.

Durante a mais recente audição parlamentar do ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, o secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar, João Casanova, anunciou finalmente o início do programa antes de terminar o ano letivo.

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Deu então como referência uma experiência piloto em 80 escolas básicas de todas as regiões e admitiu que gostaria de ter conseguido mais cedo pôr o programa no terreno.

O universo de alunos, segundo a informação avançada naquela altura, foi determinado com base num levantamento feito pelos diretores de turma do 5.º ao 9.º ano e pelos professores do 1.º Ciclo.

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