Sociedade

Sindicalistas sentaram-se à porta do ministro da Educação e foi pedido reforço policial

Sindicalistas sentaram-se à porta do ministro da Educação e foi pedido reforço policial

Um reforço policial foi chamado ao Ministério da Educação depois de o secretário-geral da Federação Nacional de Professores se sentar nas escadas junto à porta que dá acesso ao gabinete do ministro e ter recusado abandonar o local.

Acompanhado por vários professores, Mário Nogueira recusou-se a abandonar o Palácio das Laranjeiras sem que o ministro Nuno Crato confirmasse que daria, esta sexta-feira, por encerradas as negociações com os sindicatos sobre o concurso nacional de docentes a realizar este ano.

A informação sobre o fim das negociações, logo na segunda reunião, foi transmitida à delegação da Federação Nacional de Professores (Fenprof) durante o encontro com o secretário de Estado do Ensino e da Administração escolar, João Casanova de Almeida, e o diretor geral de educação.

A Fenprof diz ser um procedimento ilegal, porque tem de ser acertado pelas partes um calendário negocial, o que não aconteceu.

"Alem do mais, foi apresentada matéria nova que ainda não tivemos tempo sequer de ler", justificou o dirigente sindical.

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