Sociedade

Infantário de Queluz espera resultados da autópsia a bebé e nega contactos da PJ

Infantário de Queluz espera resultados da autópsia a bebé e nega contactos da PJ

A direção do infantário onde morreu um bebé de seis meses, em Queluz, Sintra, na terça-feira, assegurou estar a aguardar "pelos resultados da autópsia", negando que a Polícia Judiciária "tenha contactado a instituição" na sequência do caso.

"Estamos a aguardar pelos resultados da autópsia e informamos que, ao contrário de algumas notícias veiculadas pela comunicação social de que a Policia Judiciária estaria a investigar o que se passou na instituição, até esta data, ninguém da Policia Judiciária contactou a instituição ou qualquer membro que dela faça parte", sublinha a direção do infantário em nota enviada à agência Lusa.

Fonte da PJ confirmou à agência Lusa que esta polícia "não foi, para já, chamada a intervir" e que só o será caso o Ministério Público encontre matéria para investigação na sequência da autópsia.

No comunicado, assinado por Paula Costa, a direção do infantário sublinha que "funciona sob esta direção há mais de 20 anos sem quaisquer tipo de acidentes graves ou muito graves" e expressa "pesar e solidariedade para com a família enlutada".

Segundo informou na terça-feira fonte da PSP de Lisboa, o caso ocorreu cerca das 15 horas, quando a educadora se deslocou ao berço onde se encontrava o bebé e se apercebeu que tinha "sangue a sair da boca", tendo chamado o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

Ainda de acordo com a polícia, o INEM efetuou manobras de reanimação que se revelaram infrutíferas, tendo sido declarado o óbito no local.

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