O Jogo ao Vivo

Sociedade

Ongoing diz-se vítima recorrente do grupo Impresa

Ongoing diz-se vítima recorrente do grupo Impresa

A Ongoing considerou estar a ser "vítima recorrente de uma força de poder instalada", referindo-se ao grupo Impresa, designadamente o semanário Expresso, cujo director repudia a acusação e garante que não está a orquestrar "nenhuma cruzada".

Em comunicado, o grupo Ongoing, presente em áreas como tecnologia, telecomunicações, finanças, imobiliário e 'media', afirma estar "de novo a ser alvo de ataques, cuja única motivação visa afectar negativamente a sua reputação".

A Ongoing nega "sob todas as perspectivas e pontos de vista 'alegadas' condutas menos próprias" que lhe são imputados e diz-se "vítima recorrente de uma força de poder instalada" e "vítima de guerras" que não são suas.

Citando uma entrevista de Pinto Balsemão ao jornal "Público", de 06 de Agosto, em que o dono da Impresa afirma que "a Ongoing há-de pagar", a administração desta confirma: "E estamos a pagar. Todos os dias, no constante ataque que a Impresa directamente nos faz ou, indirectamente, através das suas estruturas de influência", lê-se na nota, em que acrescenta que "os sábados constituem sempre um dia diferente, dada a surpreendente capacidade imaginativa e especulativa do Expresso", semanário do grupo de Balsemão.

Contactado pela Agência Lusa, Ricardo Costa, director do Expresso, afirmou que "não se trata de nenhuma cruzada, trata-se de trabalho jornalístico". Para o jornalista, no entanto, "não deixa de ser interessante que um facto [que o jornal considera] relativamente menor - o líder da bancada parlamentar do PSD [Luís Montenegro] pertencer à Loja [maçónica] Mozart - ter sido suficiente para uma parte do País perceber finalmente a importância de uma história que o Expresso começou a noticiar em Julho de 2011".

A administração da Ongoing afirma ainda que "a família Rocha dos Santos [accionista maioritária da empresa] e a Ongoing não são a maçonaria, nem a maçonaria é a família Rocha dos Santos e/ou a Ongoing", garantindo que "o Grupo Ongoing é influenciado apenas e só pelos interesses dos seus accionistas e dos seus investidores".

A nota da Ongoing foi emitida depois de o jornal "Sol" noticiar as alegadas ligações de Nuno Vasconcelos à maçonaria, através da Loja Mozart, e de o sítio do Expresso na Internet adiantar que, na edição de sábado, vai explicar "a forma como a Ongoing importou métodos dos serviços secretos portugueses".

PUB

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG