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Ministra do Ambiente diz que análise a praias não revela focos de poluição

Ministra do Ambiente diz que análise a praias não revela focos de poluição

A ministra do Ambiente, Assunção Cristas, afirmou, esta quinta-feira, que as análises diárias às praias onde se têm registado focos de irritação cutânea nos banhistas não têm detetado poluição, informando que não há previsões sobre a duração do fenómeno.

"Tem havido análises numa base diária e houve preocupação em despistar fenómenos de poluição e não há nenhum indício de que haja poluição associada a este fenómeno", afirmou Assunção Cristas.

A ministra disse que não há conclusões sobre a "durabilidade do fenómeno", referindo que o Ministério do Ambiente está a trabalhar "muito intensamente" com o Ministério da Saúde "para se estudar melhor e se chegar as conclusões sobre este fenómeno".

Assunção Cristas recomendou que os banhistas "tenham sempre em atenção as recomendações que estão a ser transmitidas pelas autoridades competentes".

A ministra sublinhou que se trata de "um fenómeno da natureza, que está associado à grande vaga de calor que decorreu nas últimas semanas.".

A Agência Portuguesa do Ambiente desaconselhou hoje os banhos a toda a população na margem sul do Tejo, recomendando também a adultos com maior fundo alérgico e crianças que não entrem no mar em São Pedro do Estoril, onde na quarta-feira se registaram 12 casos.

A mesma recomendação foi feita, de acordo com o comandante Cruz Gomes, pelo delegado de saúde regional de Lisboa e Vale do Tejo.

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"Na margem norte, a única praia com limitações, e mais para os grupos vulneráveis, de fundo alérgico e também as crianças, é a de São Pedro do Estoril. Quanto à margem sul, são todas as praias, desde a Cova do Vapor até ao Cabo Espichel. Aí é desaconselhado o banho a todos os banhistas", afirmou comandante Cruz Gomes, da Capitania de Lisboa, em declarações à Lusa.

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