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Passos elogia "contribuição extraordinária" de Jaime Neves para a democracia

Passos elogia "contribuição extraordinária" de Jaime Neves para a democracia

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, lamentou a morte do general Jaime Neves e elogiou-o pela sua "contribuição extraordinária para a implantação da democracia" em Portugal.

"O general Jaime Neves foi um militar de exceção, um homem que deixou uma contribuição extraordinária para a implantação da democracia no nosso país", afirmou o primeiro-ministro, referindo que o general "esteve envolvido no movimento dos Capitães de Abril, em 1974, e foi ainda uma das peças muito relevantes para o desfecho do 25 de Novembro".

Pedro Passos Coelho falava em conferência de imprensa, em Santiago do Chile, onde se deslocou para participar na Cimeira União Europeia/Comunidade de Estados da América Latina e Caraíbas (UE/CELAC), no sábado e no domingo.

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Jaime Neves faleceu, este domingo, no Hospital Militar, na Estrela, em Lisboa, em consequência de problemas respiratórios.

O primeiro-ministro considerou que Jaime Neves "é, portanto, um homem a quem Portugal muito deve quando hoje olha para a sua democracia e para os valores que se enraizaram" na sociedade portuguesa.

Passos Coelho afirmou ainda que Jaime Neves "foi um homem que, após cessar as suas funções ativas em termos militares, que se remeteu a um papel cívico relevante, com uma grande dignidade que hoje é recordada por todos aqueles que com ele colaboraram".

Em nome do Governo português, o primeiro-ministro enviou "uma mensagem de luto e de condolências à sua família, mostrando o grande respeito e grande admiração que permanecerá em Portugal pela figura de Jaime Neves".

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