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Peregrinos encheram Santuário de Fátima na procissão do Adeus

Peregrinos encheram Santuário de Fátima na procissão do Adeus

Milhares de pessoas que encheram este sábado o recinto do Santuário de Fátima despediram-se da derradeira peregrinação internacional do ano agitando lenços brancos durante a procissão do Adeus.

O último dia da peregrinação de outubro ficou marcado pela emissão de um documentário exibido em ecrãs gigantes que fizeram a evocação dos 50 anos do Concílio do Vaticano II, registando "o dia em que a Igreja mudou o mundo".

No final das comemorações, o bispo de Leiria-Fátima aproveitou para assinalar os 100 anos da GNR de Santarém e o 75.º aniversário da fundação Rádio Renascença.

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Por seu turno, o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, José da Cruz Policarpo, alertou que só é possível celebrar os 50 anos da abertura do Concílio Vaticano II "com o desejo ardente da renovação da Igreja".

Na homilia da eucaristia da peregrinação de 13 de outubro, o cardeal-patriarca de Lisboa disse que "não se trata, apenas, de recordar uma data do passado", sublinhando que "o relevo dado por Bento XVI a esta celebração quer sublinhar a atualidade do Concílio para a Igreja de hoje".

O 12 e 13 de outubro, em Fátima, ficou ainda marcado pelas declarações de José Policarpo que, na sexta-feira, na conferência de imprensa que antecedeu a peregrinação, disse que as manifestações e o povo a governar a partir da rua resultam na "corrosão da harmonia democrática" em Portugal.

"Até que ponto construímos saúde democrática com a rua a dizer como se deve governar? (...) O que está a acontecer é uma corrosão da harmonia democrática, da nossa Constituição e do nosso sistema constitucional", avisou o cardeal patriarca de Lisboa, José Policarpo.

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