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Prognóstico reservado para bombeiro feridos em Tondela

Prognóstico reservado para bombeiro feridos em Tondela

O bombeiro que ficou ferido num incêndio em Tondela, distrito de Viseu, encontra-se em estado grave no Hospital da Prelada, no Porto, com 55% do corpo com queimaduras e o prognóstico é reservado, disse à Lusa fonte hospitalar.

O incêndio no concelho de Tondela, na localidade de São Marcos/Muna, matou uma bombeira de 21 anos e feriu outros quatro operacionais.

Dos quatro bombeiros feridos, dois estão em estado grave, e os outros dois apresentam ferimentos ligeiros. Além disso, há ainda três elementos do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro da GNR com ferimentos ligeiros.

Em declarações à agência Lusa, o diretor de comunicação do Hospital da Prelada adiantou que se trata de um bombeiro do sexo masculino, com 18 anos, que está em estado grave e que deu entrada no hospital durante a tarde.

"Está com 55% da superfície corporal queimada. Também afetou a via aérea e portanto ele encontra-se entubado e ventilado, tem queimaduras nos membros inferiores e superiores, no dorso, na face e no pescoço. Está com prognóstico reservado", disse Luís Pedro Martins, acrescentando que as queimaduras são de segundo e terceiro graus.

Segundo o diretor de comunicação, as próximas horas vão ser decisivas, sendo que numa primeira fase o trabalho dos médicos passa por conseguir estabilizar o bombeiro.

"Ver as áreas afetadas e tentar estabilizar o doente. Depois, e à medida que for sendo possível, vai-se procedendo à limpeza das queimaduras", explicou.

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A mesma fonte acrescentou que o facto de o bombeiros estar com as vias aéreas afetadas "nunca é um bom sinal", mas será necessário aguardar para perceber a extensão dos danos.

Por outro lado, em relação ao bombeiro Daniel Falcão, de 25 anos, operacional de Miranda do Douro que ficou ferido em combate a 01 de agosto e foi também transferido para o Hospital da Prelada, Luís Pedro Martins revelou que o prognóstico evoluiu de muito reservado para reservado.

O bombeiro deu entrada com 70% a 80% do corpo queimado.

"Houve alguma evolução, de qualquer forma mantém uma situação grave, mas as coisas têm vindo a correr da melhor forma possível", esclareceu.

Acrescentou que a evolução positiva teve que ver com algumas limpezas de queimaduras que foram feitas e com o facto de o bombeiro não ter as vias aéreas afetadas.

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