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Estado recusa pagar remédios do IPO-Porto

Estado recusa pagar remédios do IPO-Porto

O IPO do Porto está em risco de ter pela primeira vez resultados negativos porque gastou 7,5 milhões de euros em quimioterapia que não é reembolsada por ser em comprimidos e não injetável.

Os contratos-programas que o Ministério da Saúde celebra com hospitais oncológicos vão ser alterados já no próximo ano, apurou o JN junto da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS). O modelo de financiamento vai passar a estar centrado no doente. Isto é, os hospitais passarão a receber por cada doente tratado e não em função de consultas ou atos médicos realizados, explicou Alexandre Lourenço, do Conselho Diretivo.

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