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Hospitais públicos devem mais de 1,2 milhões às farmacêuticas

Hospitais públicos devem mais de 1,2 milhões às farmacêuticas

A dívida dos hospitais do Serviço Nacional de Saúde às empresas farmacêuticas ultrapassava, no final de Outubro, os 1,2 milhões de euros, revelou a industria farmacêutica, esta quarta-feira.

A Associação Portuguesa de Indústria Farmacêutica (Apifarma) passou a ter disponível na sua página da Internet informação, actualizada mensalmente, sobre as unidades de saúde com os maiores montantes em dívida às empresas farmacêuticas e sobre as entidades com os prazos de pagamento mais demorados.

Segundo a Apifarma, os hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) não só têm uma dívida superior a 1,2 milhões de euros, como o prazo médio de pagamento se situa nos 450 dias, o que corresponde a mais de um ano de fornecimentos a custo zero para o SNS.

O maior devedor no mês de Outubro era o Centro Hospitalar Lisboa Norte, que integra os hospitais de Santa Maria e Pulido Valente, e que devia às empresas farmacêuticas um total de 159 milhões de euros.

O maior atraso no pagamento de medicamentos e produtos adquiridos às empresas farmacêuticas regista-se na Unidade Local de Saúde da Guarda, com 829 dias de prazo.

Esta Unidade Local de Saúde integra o Hospital Nossa Senhora da Assunção (Seia), o Hospital Sousa Martins (Guarda), o Centro de Diagnóstico Pneumológico (Guarda) e o Agrupamento de Centros de Saúde da Guarda.

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