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Médicos tarefeiros recusam trabalhar a preços de saldo

Médicos tarefeiros recusam trabalhar a preços de saldo

O valor pago aos médicos tarefeiros tem vindo a degradar-se, dificultando o recrutamento, em especial nas épocas críticas. O caos no Amadora-Sintra recolocou a prestação de serviços médicos na ordem do dia.

Em agosto de 2011, o Ministério da Saúde publicou um despacho que determina o valor/hora de referência para a contratação de um médico não especialista e especialista. Para os primeiros, são 25 euros e, para os segundos, 30 euros. No entanto, "a maior parte das empresas está a baixar o preço. Chegam a oferecer 10 e 12 euros/hora", afirmou, ao JN, o presidente do Conselho Regional do Norte da Ordem dos Médicos.

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