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Via Segurança Social vai continuar a funcionar

Via Segurança Social vai continuar a funcionar

O Instituto da Segurança Social anunciou, esta quarta-feira, em comunicado que, apesar do encerramento temporário do centro de atendimento telefónico nacional instalado em Castelo Branco, o serviço vai continuar a funcionar e com um novo modelo.

Segundo o ISS, o funcionamento do centro de contacto da Segurança Social "é garantido através de um novo modelo, o qual inclui a internalização de serviços" e que já está implementado.

O serviço de atendimento telefónico deixará de estar "exclusivamente dependente de operadores externos" em Castelo Branco, em que o ISS paga a uma empresa que tem a concessão do centro de atendimento, "passando também a ser distribuído pelos próprios serviços", esclareceu à agência Lusa fonte do instituto.

A alteração permite "uma significativa redução de custos", acrescentou.

A alteração surge na sequência de testes com a constituição de "equipas especializadas da Segurança Social por todo o país, incluindo Castelo Branco, e permite que, já à data de hoje, o atendimento telefónico esteja a ser efetuado em diferentes pontos do país".

Segundo a mesma fonte do ISS, assegura-se "que, através de competências internas próprias, o atendimento deixa de estar exclusivamente dependente da contratualização externa", como acontecia.

O contrato de concessão entre o ISS e a empresa de recursos humanos RHmais para concessão do centro de atendimento telefónico nacional Via Segurança Social termina no sábado, dia 30 de junho.

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A firma anunciou na terça-feira aos trabalhadores que na sexta-feira será o último dia de operações e que vai despedir a totalidade dos 400 funcionários - 160 precários e 240 efetivos.

Os trabalhadores referiram à agência Lusa que, segundo a informação prestada, o centro voltará a operar a partir de 16 de julho, nas mãos de uma nova empresa e com 50 funcionários.

Essa fase de operação decorrerá por quatro meses, até à ocasião em que for adjudicada, através de um concurso público internacional que está a decorrer, a concessão do centro até 2014, acrescentaram.

O ISS anunciou a 6 de junho que o novo concurso contempla "uma redução de custos de cerca de dois milhões de euros durante a vigência do próximo contrato", sem especificar quantos trabalhadores serão contratados.

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