Featured

Featured

O homem que consegue voar

Nos jogos olímpicos de 1984, mais de 2,5 milhões de pessoas assistiram à chegada do futuro pela televisão. Naquele dia, um homem chamado Bill Suitor sobrevoou o estádio com uma mochila autopropulsionada como as que, até aí, só se tinham visto na banda desenhada ou no cinema. Era o culminar perfeito para uma cerimónia ao mais puro estilo de Hollywood e ao jeito dos excessos da era Reagan.O que nem toda a gente sabe é que aquela ideia, foi o plano B para resolver um problema de última hora. O estádio devia ter sido sobrevoado não por um ser humano, mas por uma imponente águia que fora intensamente treinada durante um ano para o evento. Porém, o pobre animal morreu quatro dias antes da cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos. Por isso, naquele dia, Bill Suitor vestiu um macacão multicolor e pôs aos ombros aquela mochila, que se destinava a ser utilizada pelo exército dos Estados Unidos. O seu voo faz parte da história das Olimpíadas e da memória de muitas gerações que, ao vê-lo, imaginaram um futuro repleto de gente a voar pelas ruas das cidades.Foi, sem dúvida, este sonho de multidões voadoras que incentivou Michael Browning a passar toda a sua vida a idealizar os mais fabulosos aparelhos para voar. Embora tenha sido o seu filho, Richard, que se chegou à frente e conseguiu construir um fato voador que recorda o que Anthony Stark usa para se transformar no Homem de Ferro. Richard Browning é o fundador da Gravity, uma empresa através da qual desenvolveu, construiu e patenteou um sistema de voo pessoal. Durante os últimos dois anos, a empresa levou o seu fato a mais de 60 eventos em 20 países diferentes, demonstrando que é uma tecnologia viável. Assim, é possível que o futuro se tenha feito esperar um pouco mais do que se pensava nos anos oitenta, mas quem sabe não estará já a chegar...Entrevista e edição: Joel Dalmau | Azahara Mígel | David Giraldo Texto: José L. Álvarez Cedena

Featured

A equipa feminina de CS:GO da Vodafone Giants

Aidy é a capitã da equipa profissional feminina de CS:GO da Vodafone Giants e teve de lutar muito para mostrar que as raparigas, se quiserem, jogam tão bem como os rapazes - ou até melhor do que eles. "Tive situações um pouco incómodas, ao longo da minha trajetória no mundo dos videojogos. Houve momentos em que me senti pequena e creio que todas temos o mesmo direito de jogar, de poder demonstrar o que queremos e de poder ir atrás dos nossos sonhos."O seu sonho (conquistado) é ser gamer profissional. E como ela há muitas que se esforçam para se destacarem num ambiente que ainda é maioritariamente masculino, embora cada vez menos. Um artigo publicado na VentureBeat, uma página dedicada à tecnologia, baseado em dados recolhidos pela consultora Interpret, indicava que 30,4% das mulheres e 69,6% dos homens viam desporto com regularidade. A distribuição é desigual, mas o mesmo artigo assinalava que a percentagem de mulheres aumentou quase seis pontos desde 2016, um aumento assinalável, que aponta para uma rápida integração das mulheres na indústria.A paridade em termos de presença está, portanto, cada vez mais perto. No entanto, os esports não são tão equitativos - como sucede nos desportos tradicionais - quando se fala de dinheiro.Embora não exista um ranking oficial que permita saber com certeza quanto ganham os jogadores profissionais, a página especializada esportsearnings.com mostra o fosso que separa homens e mulheres. Enquanto o Alemão Turo Takhasomi, líder em termos de receitas, arrecadou, até à data, mais de quatro milhões de dólares em prémios, a Canadiana Sasha Hostyn, que encabeça a lista feminina, ganhou 323 mil dólares no mesmo período de tempo. Laia Miralles, a outra espanhola da equipa, acredita que tanto ela quanto as suas colegas estão preparadas para enfrentar a competitividade do mundo profissional dos esports: "Sim, sofremos um pouco com o machismo. No entanto, tentamos passar ao lado disso e seguir o nosso caminho, porque, se quisermos ser jogadoras profissionais, temos de superar essas barreiras e seguir em frente."Esse exemplo de determinação é o que faz das jogadoras da Vodafone Giants um espelho em que podem ver-se refletidas todas as jovens queiram ser jogadoras profissionais de videojogos. Esse papel de referência, de pioneiras, nas palavras de Virginia Calvo, coproprietária da equipa, está bem presente desde o nascimento da equipa. "Sentíamo-nos responsáveis por dar voz e visibilidade às mulheres da esfera competitiva profissional."Entrevista e edição: Azahara Mígel, Douglas BelisarioTexto: José L. Álvarez Cedena

Featured

10 termos mais ‘hot’ usados na cama!

Guarde este dicionário do sexo e esteja totalmente por dentro dos termos hot dos dias de hoje. Amateur: Vídeos que qualquer pessoa pode colocar na Internet para mostrar as suas façanhas sexuais. Há muitos casais a revelarem as suas proezas em YouPorn, uma espécie de versão hardcore do Youtube. Back Door Man: Baseado num tema dos The Door, o termo serve para definir o amante de uma mulher casada. Dogging: Fazer sexo ao ar livre com intenção de ser visto. Também lhe chamam voyeurs. Flashing: Ato de exibicionismo feminino que passa por levantar a t-shirt num lugar público para mostrar ...

Imagens

Últimas