Liberdade de Imprensa

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Jornalistas alertam para ataque "subtil" à liberdade de Imprensa

Os diretores de 21 meios da Comunicação Social portuguesa subscreveram, ontem, uma tomada de posição comum sobre o abuso do exercício livre de jornalismo. Em causa, a vigilância a jornalistas, ordenada pelo Ministério Público e colocada em prática pela PSP, para descobrir quem eram as suas fontes. "Tudo isto um cenário que facilmente se imaginaria num Estado autocrático, mas que se diria impensável num Estado Europeu Ocidental, com a Constituição e a Lei que vigoram e com os pergaminhos na consagração e defesa dos Direitos Fundamentais como se afirma Portugal". O objetivo, sustentam os subscritores, "é lançar um alerta destinado a evitar que esteja em curso um subtil ataque à liberdade de Imprensa". "Sem direito de sigilo das fontes, não há informação livre e, não havendo informação livre, não há democracia", sublinha o documento.

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