Ministério Público

Julgamento

Major diz que recuperação de armas de Tancos pela PJ Militar gerou "fúria" na PJ civil

O ex-porta-voz da Polícia Judiciária Militar (PJM), Vasco Brazão, admitiu esta quinta-feira, em tribunal, que a recuperação, a 18 de outubro de 2017, da maioria do armamento furtado três meses e meio antes dos paióis de Tancos foi vista pelo então diretor da instituição, Luís Vieira, como uma oportunidade para esta reassumir a liderança da investigação, à data delegada pelo Ministério Público (MP) na PJ civil. A ação, à revelia do MP e da PJ civil, terá gerado "fúria" no seio desta última.

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