Solidariedade Social

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Sobreviver com o prato mais vazio quando o dinheiro é curto

C., 56 anos, retém as lágrimas a custo. Divorciada, desempregada e com uma neta adolescente ao seu cuidado, faz das tripas coração para que nada lhe falte, com os 170 euros que recebe por mês do rendimento social de inserção, mais os 106 euros do fundo de garantia de menores. O corte na doação de alimentos veio agravar ainda mais uma vida cheia de privações, em que o apoio da família é determinante para sobreviverem.

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