Elas têm mais sucesso do que eles. E ainda não foi desta vez que eles conseguiram superá-las. Tal como nos rankings de anos anteriores, o sexo feminino "bate" o dito sexo "forte" nas médias dos exames nacionais nas listagens feitas por classificação final de disciplina (CFD) e classificação interna final (CIF). Contudo, na classificação de exames (CE) são eles que "vencem" num maior número de disciplinas.
Foram escolhidas oito provas de exame (História A, Matemática A, Português, Biologia e Geologia, Geometria Descritiva A, Economia A, Física e Química A e Geografia A) que obtiveram um maior número de estudantes e foi feita uma listagem das médias obtidas por sexo.
Numa análise pela média de exames, verifica-se que o sexo masculino obtém classificações mais elevadas do que o sexo oposto num conjunto de seis provas (História A, Biologia e Geologia, Geometria Descritiva A, Economia A, Física e Química A e Geografia A). As raparigas superam os rapazes nas duas disciplinas-chave: Português e Matemática A.
Contudo, quando se analisam as classificações atendendo às médias CFD e CIF, o panorama muda, cabendo ao sexo feminino a predominância de número de disciplinas com resultados superiores aos do sexo masculino.
Assim, no que toca à listagem feita com base na CFD, as raparigas obtiveram melhores resultados em História A, Matemática A, Português, Biologia e Geologia, Economia A e Física e Química A.
Já no que se refere à listagem com base na CIF, o panorama é ainda melhor, já que ao elenco anterior as raparigas somam melhores classificações também em Geografia A.
É de notar que o número de estudantes do sexo feminino que se apresentou a exame foi superior ao de estudantes do sexo masculino, a exemplo do que tem acontecido nas épocas de exames nacionais dos últimos anos.
