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| António Pinho Vargas desmente no FB ter assinado abaixo-assinado |
Depois da polémica em torno das propostas de lei norte-americanas SOPA e PIPA e de nesta quinta-feira Portugal ter assinado o ACTA (juntamente com mais 21 países da UE), eis que uma nova polémica se instala nas redes sociais, desta feita a envolver a Sociedade Portuguesa de Autores (SPA).
Recentemente, um abaixo-assinado da SPA, em que o organismo defende a proposta de lei da Cópia Privada (PL118), tem andado a circular pelas redes sociais.
Nesse documento, surgem 156 nomes de artistas que apoiam a possível legislação. A medida levou muitos admiradores de alguns artistas a escreverem cartas abertas aos mesmos, em que questionam o seu envolvimento numa proposta de lei com que não concordam.
A polémica atingiu, no entanto, novos contornos esta quinta-feira à noite, com a publicação, no Facebook, de um print screen em que um utilizador interpela António Pinho Vargas na rede relativamente ao seu apoio ao abaixo-assinado e o mesmo lhe responde que nada tinha assinado. "Não assinei nada. O assunto provoca-me dúvidas e a presença do meu nome será portanto abusiva", dizia o compositor que, entretanto, já foi retirado da lista de assinantes. O print screen, no entretanto, foi passado e repassado online, dando origem a muitos comentários na página oficial da SPA no Facebook, palco escolhido pelos utilizadores para deixarem o seu descontentamento, e entupindo a hashtag #pl118, no Twitter.
Ao JN, o administrador da Sociedade Portuguesa de Autores, Pedro Campos, desvalorizou o assunto, considerando que "são pequenas questões que as pessoas se agarram quando estão em causa assuntos tão importantes".