
A equipa da Casa da Mùsica
Artur Machado/Global Imagens
Passámos quase cinco anos a discutir os atrasos da conclusão da Casa da Música. Mas só o português Siza Vieira - Pritzker como Rem Koolhaas, que a desenhou - acertaria no prazo: cinco anos.
Até ao fim, Teresa Lago, então presidente da Sociedade Porto 2001, acreditou que o encerramento da Capital Europeia da Cultura marcaria a abertura do que cedo foi batizado como meteorito. Enganou-se, como tantos outros. A Casa foi inaugurada em abril de 2005, passam hoje exatamente dez anos.
"Há um tempo a.C e um tempo d.C, antes da Casa e depois da Casa", afirma ao JN Valente de Oliveira, presidente do Conselho de Fundadores desde 2012. E partilha a sua experiência: "Dantes, quando ia a um recital, conhecia toda a gente. Hoje, não conheço ninguém. É a prova de que há novo público na cidade, que exige regularidade e qualidade". Duas características que, na música clássica, o Porto conhecia só de vez em quando, recorda Rui Moreira.
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