O ministro defendeu que, neste período "o mais importante" é manter a coesão social, o diálogo social, e "sempre as portas abertas", entre o Governo, parceiros sociais, trabalhadores e empresas.
"Mostrarmos que Portugal, mais uma vez, é diferente. Já passámos por muitas crises no nosso passado, gravíssimas, e soubemos sempre dar a volta, mantendo-nos unidos e tendo coragem para reformar", sublinhou.
Em conversa com jornalistas, no final de uma conferência que hoje proferiu na Faculdade de Economia de Coimbra, salientou que a razão de ser das reformas, e que na Covilhã foram contestadas, "é o interesse nacional e não interesses privados".
Álvaro Santos Pereira já durante a conferência, que proferiu na sua qualidade de antigo aluno daquela faculdade, realçara que o atual Governo "foi onde nunca ninguém tinha ousado tocar", em relação aos denominados "interesses instalados", para libertar crédito para a economia.
"Eu gostaria de desafiar alguém a mostrar que outro Governo cortou nos interesses instalados como este", nomeadamente nas "rendas excessivas" da energia, observou.