
A conta a pagar pelos contribuintes deverá engordar automaticamente, por via administrativa, mais de 5,5 mil milhões de euros, a curto prazo. O motivo prende-se com a inclusão de mais empresas públicas no perímetro do défice.
De acordo com as novas regras da contabilidade nacional, que entraram este mês em vigor, a verba será adicionada à dívida pública, um dos indicadores centrais para a avaliação da consolidação orçamental nos próximos 20 anos. A este valor acrescerão ainda 2,8 mil milhões de euros de dívidas em atraso. A decisão está nas mãos do INE e terá de ser aprovada pelo Eurostat.
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