
Reféns regressaram à Turquia no sábado
Stringer/ Reuters
O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, declarou, este domingo, que as dezenas de reféns da Turquia sequestrados pelo grupo extremista Estado Islâmico em Mossul, em junho, foram libertados no sábado na sequência de "negociações diplomáticas" e não foi pago resgate.
"Uma troca monetária estava totalmente fora de questão. Houve apenas negociações diplomáticas e políticas. É uma vitória da diplomacia", declarou Erdogan aos jornalistas no aeroporto de Ancara, antes de partir para Nova Iorque, onde participará da 69ª Assembleia Geral da ONU.
No sábado, Erdogan referiu uma "operação secreta" do serviço de informação turco.
"Não importa se houve troca ou não. A coisa mais importante é que (os reféns) estão de volta e reunidos com as suas famílias", disse Erdogan ao ser questionado se os reféns haviam sido libertados em troca de militantes do grupo Estado Islâmico (EI).
Diplomatas turcos e os seus familiares foram raptados, juntamente com oficiais das forças especiais, no consulado do seu país, a 11 de junho, em Mossul, por militantes do grupo radical islâmico Estado Islâmico, que já ocupou uma vasta região do norte do Iraque.
A Turquia tem estado relutante em participar da coligação de países, liderado pelos Estados Unidos, que estão a combater o EI. Entretanto, Erdogan disse que o país pode mudar de posição, agora que os reféns foram libertados.
