O presidente egípcio, Abdel al-Sisi, ratificou no domingo uma lei antiterrorista que estipula multas exorbitantes e possível suspensão de funções aos jornalistas que noticiarem falsas notícias sobre "ataques" radicais.
A legislação, apontada como controversa e polémica porque pode restringir a liberdade de informação, foi publicada no domingo no boletim oficial e determina multas entre os 23 mil e os 58 mil euros a todos os que "extrapolarem" declarações governamentais; publicarem ou difundirem "falsas notícias" acerca de ataques dos extremistas ou sobre operações contra radicais.
