Ministério Público investigou fotocópias de Paulo Portas

02/10/2009
O Departamento Central de Investigação e Acção Penal informou ontem o JN de que, "no chamado processo Portucale, houve investigação relativa aos documentos fotocopiados.
 

No entanto, nesta parte, não foi deduzida qualquer acusação, por não terem sido detectados documentos classificados e, assim sendo, não foi cometido qualquer crime".

Francisco Louçã "sugeriu" à Justiça que "procure nas 61 mil fotocópias" que Paulo Portas "levou para casa" quando abandonou a pasta da Defesa o contrato dos dois submarinos comprados à Alemanha durante o Governo PSD/CDS-PP. 

O líder do CDS-PP considerou estas afirmações ofensivas e disse que o caso do alegado desaparecimento de documentação da compra dos submarinos "é uma história mal contada".  

O antigo ministro da Defesa garante que o contrato foi enviado para visto pelo Tribunal de Contas, que o Governo seguinte fez uma análise detalhada do documento, que o ministro das Finanças fez outra verificação no início do ano e que "o Estado Português tem feito os seus pagamentos pontualmente, obviamente com base na documentação jurídica pertinente". 

Em 2007, o JN noticiou as investigações da PJ ao rasto de 24 milhões de euros que o consórcio vencedor terá transferido para uma empresa do Grupo Espírito Santo. A investigação foi desencadeada por escutas às conversas entre Portas e o ex-director financeiro do CDS Abel Pinheiro para apurar suspeitas de financiamento partidário. Na terça-feira, foram feitas buscas a escritórios de advogados envolvidos no negócio.  

 
 
 
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