O PCP quer uma auditoria do Tribunal de Contas à actividade da Parque Escolar EPE, a empresa que gere as obras nas escolas.
De acordo com o deputado comunista, Miguel Tiago, é necessária “transparência” na adjudicação das obras que ascendem a 2,5 mil milhões de euros.
“A urgência da intervenção nas escolas não pode justificar tudo e, para o PCP, não pode justificar a falta de transparência e rigor, nem a forma atabalhoada como a Parque Escolar, pressionada pela agenda do primeiro-ministro, vai apresentado as inaugurações”.
Antes de fazer esta afirmação, no plenário da Assembleia da República, o deputado comunista denunciou que só em 2007, em 232 contratações feitas pela empresa, 196 foram realizadas por ajuste directo sem justificação.
A oportunidade da proposta comunista foi elogiada por Ana Drago, do BE, para quem “é essencial a transparência na gestão dos recursos públicos”.
A socialista Paula Barros preferiu salientar o “orgulho” que disse sentir pela obra feita do Governo nas escolas.
