O ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares defendeu esta terça-feira que a crise e as dificuldades que os portugueses enfrentam se resolvem "com um Estado mais reduzido mas que seja melhor e mais eficiente".
"Estamos a fazer esse caminho, começamos tarde mas vamos ser capazes de o atingir", disse Miguel Relvas no final de uma visita às instalações da Nova Base, empresa responsável pela gestão dos dados recolhidos pelos Censos 2011.
Para o membro do Governo, Portugal precisa de um compromisso de eficiência para o desenvolvimento e isso passa "por menos Estado", para que se possa ter "um melhor Estado e mais eficiente".
"Não se resolve com mais municípios, mais freguesias ou mais institutos públicos. Resolve-se com mais apoio à iniciativa económica. Quem gere a riqueza no nosso país são as pessoas e as empresas", referiu Miguel Relvas.
"O Estado, seja ele central, local ou regional, não pode gerar ainda mais despesa, mas antes tem que ser capaz de saber gerir a distribuição da riqueza, beneficiando aqueles que mais precisam, o que muitas vezes não sabe fazer", acrescentou o ministro.
