Miguel Relvas pede demissão e diz que "só a História julgará a ação dos agentes políticos"

 | 04.04.2013 - 15:27
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, aceitou, esta quinta-feira, o pedido de demissão apresentado pelo ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, anunciou fonte do gabinete do chefe do Governo. "Saio por vontade própria. E saio, apenas e só, por entender que já não tenho condições anímicas para continuar", disse Relvas.
 

Numa declaração dirigida ao país, Miguel Relvas afirmou que a decisão da sua demissão foi "tomada há semanas em conjunto o o primeiro-ministro" por motivos que envolvem a sua vida pessoal e a sua família, explicou.

"Inicio uma nova etapa fora da atividade governativa", mas continuando a acreditar no projeto de Passos Coelho, frisou o ministro demissionário.

Respondendo aos seus críticos e aos polémicos processos em que se encontra envolvido, Miguel Relvas declarou que "só a história julgará com a objetividade e distância temporal indispensável a história de cada um de nós enquanto agente político".

Sem responder a quaisquer perguntas dos jornalistas, o ex-ministro aproveitou para traçar um balanço "positivo" do seu percurso no Governo, salientando a reforma da administração local, o processo de restruturação da RTP e o programa "Impulso Jovem".

"O Gabinete do primeiro-ministro informa que o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, apresentou ao primeiro-ministro o seu pedido de demissão, que foi aceite. Em face desta situação, o primeiro-ministro proporá oportunamente ao presidente da República a exoneração do ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares e a nomeação do seu substituto", lê-se numa nota emitida ao início da tarde desta quinta-feira à Comunicação Social.

Passos Coelho enaltece "lealdade" de Relvas

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