
Dez escutas envolvendo o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho foram transcritas no caso Monte Branco. A revelação consta num processo em que jornalistas estão acusados de violar o segredo de justiça.
O telefone do chefe do Governo não estava sob escuta, mas conversas com o presidente do BES Investimento (BESI), José Maria Ricciardi - cujo telemóvel estava efetivamente sob interceção -, foram consideradas relevantes no âmbito de averiguação de factos relativos à privatização da EDP.
O despacho de acusação contra nove jornalistas do "Expresso", "Diário de Notícias" e "Correio da Manhã" confirma o número exato de escutas em que interveio o primeiro-ministro e que foram mandadas transcrever pelo então presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), Luís Noronha Nascimento.
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