
É a grande mudança nas Forças Armadas, reduzindo os cargos de chefias, numa lógica em nome da "coerência", da "racionalização" e da "economia de meios". As principais alterações são no Exército.
O número de generais ao serviço das Forças Armadas vai ser substancialmente reduzido, de acordo com legislação publicada, que visa concentrar recursos, extinguir serviços e dar conteúdo mais racional à cadeia de comando, segundo fontes militares ouvidas pelo JN. O número de tenentes-generais no ativo, o topo da hierarquia, com exceção dos chefes militares, é reduzido dos atuais 21 para 12, passando o Exército de oito para quatro, a Marinha de sete para quatro e a Força Aérea de seis para quatro.
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