
Primeiro pensaram que teriam sido assaltados, mas logo estranharam não terem a casa arrombada. Depois, desconfiaram do comportamento da filha, de 14 anos, até que ela confessou ter furtado o ouro do cofre. Vendeu-o por 2400 euros a uma loja de ouro usado.
Nesse estabelecimento, em Valongo, não houve qualquer problema com documentos. Não teve de mostrar comprovativos de aquisição, nem bilhete de identidade. Também não lhe passaram comprovativos de entrega do material nem de recebimento de dinheiro. Em três ocasiões. Na primeira vez pagaram-lhe 1800 euros, na segunda 300 e na terceira também 300. Tudo aconteceu entre Abril e Maio de 2010, mas os pais de Maria (nome fictício) - que ao JN solicitaram anonimato - só deram pelo desaparecimento do ouro em Setembro quando, por acaso, quiseram abrir o cofre que se encontrava no armário do quarto da filha e não encontraram a chave.
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