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Mãe que matou os filhos era conhecida por ter uma conduta estranha

Publicado

Carlos Varela e Susana Otão *
 

Pôs fogo à casa e fechou a porta para matar os dois filhos. Telefonou à sogra a dizer que lhe tinha matado os netos, foi atrás do marido, comunicou-lhe o duplo homicídio e fugiu. Anda a monte, perseguida pela GNR e PJ.

 
foto DR
Mãe que matou os filhos era conhecida por ter uma conduta estranha
A mãe das crianças
 

O terrível caso ocorreu quarta-feira à noite, mas na localidade de Preces, Alenquer, esta quinta-feira o choque foi tremendo. As causas do crime não são conhecidas, mas estarão associadas ao ciúme da sogra e dos filhos.

A avó paterna dos dois meninos assassinados, Henrique, de três anos, e Rafael, com um ano, Maria da Nazaré Pereira, de 68 anos, em declarações ao JN, não queria acreditar. "Eles não morreram, eu sei que eles não morreram!", dizia. "Eu não quero pensar que os vou enterrar, os meus meninos!". O mais velho ia fazer quatro anos amanhã.

 
foto DR
Mãe que matou os filhos era conhecida por ter uma conduta estranha
O filho mais novo
 

A mãe das crianças, Keli Alexandre Pinto Oliveira, de 30 anos, de nacionalidade brasileira, era conhecida por ter uma conduta estranha. Vivia até anteontem à noite em Preces, com o companheiro, Cláudio, mecânico, de 40 anos, filho da terra, e os dois filhos, mas nunca era vista a conviver com ninguém. "Estava sempre fechada em casa, nunca a víamos", conta Jacinta Grilo.

 
foto DR
Mãe que matou os filhos era conhecida por ter uma conduta estranha
O filho mais velho
 

Doméstica, o sustento da família era Cláudio, que trabalhava com o pai na oficina de automóveis da família, na Póvoa de Santo Adrião. O ambiente em casa não era o melhor, embora ninguém visse brigas.

Anteontem, cerca das 20 horas, Cláudio entrou em casa com compras e depois saiu, deixando Keli com Rafael e Henrique. Nada parecia diferente, mas cerca das 21 horas Nazaré recebeu um telefonema de alguém que dizia ser condutora de táxi, e logo depois a voz da nora: "Matei os meus filhos". "Eu não acreditei", conta Nazaré, mas "ela insistiu: 'matei os meus filhos'". Incrédula, a idosa correu para casa do filho, bateu e não teve resposta. Chamou toda a gente, a GNR e os bombeiros, e quando a porta foi forçada, o fumo e as chamas libertaram-se do interior. "Queria ver os meus meninos", recorda.

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