
Fernando Fontes / Global Imagens
Matou a namorada, ontem de madrugada, com um fio no pescoço. Pegou nos cães e gato e abandonou-os junto a uma barragem. A seguir, entregou-se na GNR de Tomar. A mãe da vítima fala em ciúmes infundados.
Vasco Freitas, de 29 anos, trabalhador da construção civil, era descrito pelos amigos, da freguesia de Olalhas (Tomar), como uma pessoa "superpacata", que "não fazia mal a uma mosca". Mas, na madrugada de ontem, "alguma coisa de muito grave deve ter acontecido para ele perder a cabeça e enforcar a namorada", dizem, incrédulos, os que privavam há anos com o alegado homicida de Carina Fernandes, com quem vivia maritalmente há seis anos.
Na aldeia de Pelinos, onde o jovem casal residia desde o início de dezembro de 2012, os vizinhos não queriam acreditar que o "Vasquito" tivesse assassinado a companheira. "Era um rapaz muito calmo, educado, um 'burrana'. Não se metia em confusões, não era bêbado. Trabalhava com o pai nas obras. Tinha um bocadinho de ciúmes a mais e talvez tivesse sido essa a causa da tragédia", afirmaram, ao JN, alguns conterrâneos, de Aboboreiras.
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