
A PJ e o Fisco elegeram a construção civil como alvo prioritário e desmantelaram cinco redes de faturação falsa que, com um esquema rudimentar, simularam prestações de serviços de 90 milhões de euros.
Os emitentes das faturas falsas cobravam comissões às empresas a quem simulavam serviços. Vítor Paiva, inspector-coordenador da PJ, diz que a maioria das comissões variava entre 2% e 5% do valor faturado, mas outras chegavam a 10%. Grande parte das faturas andava entre dois e 15 mil euros. Já as empresas recetoras das faturas obtinham o ganho junto do Fisco. Usavam-nas para empolar as suas despesas e pagar menos IRC e IRS. Por outro lado, conseguiam entregar menos IVA e ainda pedir reembolsos ao Estado.
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