
A Alexandre Herculano, no Porto, é a que mais horários perde: em 290 professores perde 193 horários
Arquivo JN
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) fez as contas: em Setembro, mais de vinte mil professores vão para o desemprego. "Fomos surpreendidos pela dimensão da catástrofe", afirmou ao JN Francisco Almeida, membro do Secretariado Nacional da Fenprof.
Para sustentar o número, a federação fez o levantamento, escola a escola, do número de professores contratados e dos que, por terem horário zero, terão de concorrer a outras escolas ao abrigo do Destacamento por Ausência de Componente Letiva (DACL).
A listagem mostra que várias escolas perdem mais de metade dos horários. A Alexandre Herculano, no Porto, é a que mais horários perde: em 290 professores (60 a DACL e 133 contratados) perde 193 horários.
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