
Portugal reduziu 5,2% na despesa pública com saúde em 2011 e, no ano passado, comprometeu-se a diminuir 11% - o dobro do acordado com a troika, conclui a OCDE. O Governo contesta e diz que cortes são menores.
Pela primeira vez desde 1960, o ano de 2010 registou, em termos reais e médios, um crescimento zero na despesa com saúde nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). À exceção da Alemanha, todos desaceleraram no crescimento da despesa e alguns países, como Portugal, conseguiram, no ano seguinte, reduzir os encargos públicos com o setor, constata um relatório, ontem divulgado, onde é analisada a evolução da despesa desde 2000.
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