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Passadiço sobre o mar vai ligar centro de Albufeira à marina

Passadiço sobre o mar vai ligar centro de Albufeira à marina

Projeto de 3,8 milhões de euros deverá estar concluído no verão de 2018.

A marina de Albufeira vai passar a estar ligada ao centro da cidade, nomeadamente à zona da praia do Peneco, por um passadiço sobre o mar, que funcionará como uma nova atração turística e, simultaneamente, permitirá uma melhoria substancial da circulação pedonal entre as duas zonas que, apesar de geograficamente próximas, apresentam atualmente alguma dificuldade de ligação, devido aos obstáculos do terreno.

João Amaral, administrador da marina de Albufeira, explicou ao JN que têm decorrido reuniões com a Câmara, de modo a que a nova passagem possa estar pronta no verão de 2018.

O projeto já vem de 2010, altura em que a empresa Marina solicitou à Agência Portuguesa do Ambiente (APA) os respetivos pareceres que, segundo o responsável, terão sido positivos. "Neste momento estamos a confirmar se os pareceres ainda estão válidos ou se há necessidade de pedirmos novos", explica o responsável.

Paralelamente, a empresa Marina está em conversações com a Câmara para fazer avançar o processo, uma vez que este é visto como muito interessante para a Autarquia.

Na prática, o novo passeio marítimo - que tem um custo estimado de 3,8 milhões de euros e será candidato a fundos europeus - permitirá aos utentes percorrem os cerca de 400 metros da sua extensão em cerca de 10 minutos, caminhando a uma cota de 9,40 metros acima do zero hidrográfico e desfrutando de uma paisagem privilegiada sobre a costa.

A salvo de intempéries

João Amaral destaca que, quando o passeio marítimo estiver em funcionamento, vai também ser muito importante para a própria marina, que se encontra em fase de expansão.

"Quando as urbanizações estiverem concluídas, deverão ter à volta de quatro mil residentes, que farão, por certo, uso desta nova passagem para um acesso mais direto ao centro da cidade", explica.

Por outro lado, o projeto, que está também já incluído no Plano de Ordenamento da Orla Costeira, foi pensado de forma a estar salvaguardado de intempéries. "Inicialmente, o estudo que fizemos era para a construção junto às arribas, mas por questões ambientais e para evitar derrocadas, foi decidida esta localização", conclui o responsável.

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