
Obra da nova urgência de Gaia espera aval do Governo
Pedro Correia/Global Imagens
A construção da nova urgência do Centro Hospitalar de Gaia/Espinho, que serve 700 mil pessoas a Sul do Douro, aguarda por autorização do Governo. O financiamento de 16 milhões de euros já está prometido, mas falta a ordem do Ministério da Saúde para que seja lançado o concurso público internacional para a execução da segunda fase de reformulação do Hospital Santos Silva.
O novo presidente da Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-N), Pimenta Marinho, que ontem à tarde visitou as obras da unidade hospitalar, não se compromete com uma data para a abertura da consulta pública. Ainda assim, a expectativa dos presidentes da Câmara de Gaia e do Conselho de Administração do hospital, Eduardo Vítor Rodrigues e Silvério Cordeiro respetivamente, é de que o concurso seja publicado rapidamente, de modo a que a intervenção possa ser retomada ainda este ano.
A primeira fase das obras, que contemplou a construção da estrutura do novo edifício de seis pisos no coração do hospital e do pavilhão de ambulatório, está concluída. O investimento foi de 13 milhões de euros, sendo sete milhões financiados pelo "overbooking" (verbas sobrantes) do antigo quadro comunitário de apoio. O pavilhão de ambulatório já em funcionamento substituiu os velhos contentores que alojavam o Hospital de Dia em condições pouco dignas, permitindo que agora as consultas externas e às sessões de quimioterapia ocorram com conforto.
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