
Melchior Moreira (Presidente do Turismo Porto e Norte), Emídio Gomes (Presidente CCDR-N), Manuel Queiró (Presidente CP) durante uma viagem entre Viana do Castelo e Vigo, a bordo do novo comboio Celta
Rui Manuel Fonseca / Global Imagens
O presidente da CP, Manuel Queiró, recusou alimentar especulações sobre a vetustez do comboio. "Há condições anormais que justificam o acidente".
"Não é um comboio muito antigo", disse o presidente da CP, Manuel Queiró, contrariando as palavras da presidente da Câmara de Porriño, Eva Garcia de La Torre, que, horas antes, tinha dito que a locomotiva tinha vagões muito deteriorados.
"Não há condições de segurança associadas ao material circulante", disse Manuel Queiró. "Não vamos alimentar especulações", acrescentou o presidente da CP, em declarações à SIC Notícias.
"Há condições de segurança que deram origem ao acidente", argumentou Manuel Queiró. "O comboio está preparado para fazer o transporte de passageiros", acrescentou.
Pouco após o acidente, as autoridades espanholas referiram que se tratava de um acidente com um comboio português. Manuel Queiró especificou que se trata de "um comboio de propriedade comum, explorado pelas duas empresas", a CP e a Renfe.
"A prioridade, agora, são as famílias enlutadas, É nisso que temos de nos concentrar", acrescentou.
Ao JN, Manuel Queiró referiu que se irá encontrar com o presidente da Renfe no local do acidente. "Vamos partilhar esforços para apurar responsabilidades", disse
