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Proteção de Dados entende que a iniciativa do Governo gera cruzamento de dados pessoais sem precedentes e risco de "phishing"
A morada única digital potencia a intrusão na vida privada dos portugueses, permitindo um "cruzamento de informação pessoal sem precedentes" e aumentando o risco de "phishing" (crime informático que visa a burla e a obtenção de dados pessoais, geralmente através de mensagens enviadas para o email). A Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) levanta enormes reservas à medida do Governo socialista, tal como surge no projeto de decreto-lei, e considera-a inconstitucional.
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