
Maria João Gala/Global Imagens
Excesso de vestuário, nem sempre em boas condições, pode ir para reciclagem ou PALOP
Um traje de Carnaval, um vestido de noiva, milhares de peças de roupa de criança, peluches, vestuário estragado, e até um carregamento de 36 toneladas de banana, para um concelho com quatro mil habitantes e onde a maioria dos habitantes tem mais de 60 anos. A onda de solidariedade que se gerou em torno das vítimas do trágico incêndio de Pedrógão Grande continua a fazer chegar bens de todo o género aos concelhos mais afetados, mas a boa vontade nem sempre está em sintonia com as necessidades reais da população e começa a transformar-se numa dor de cabeça logística para as entidades envolvidas na recolha, tratamento e distribuição dos bens. Reciclagem ou envio para os PALOP são destinos prováveis do excesso.
