
Paulo Jorge Magalhães/Global Imagens
Percentagem de condutores que morreram ao volante e tinham bebido é de 37,3%. Mais de um quinto das autópsias acusam a taxa-crime.
Mais de um terço das vítimas mortais resultantes de acidentes rodoviários em 2016 tinham bebido antes do sinistro. E as estatísticas estão a aumentar. No ano passado, segundo dados do Instituto de Medicina Legal cedidos ao JN pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), 209 das 587 pessoas que perderam a vida em acidentes de viação - entre condutores, peões e passageiros - ingeriram bebidas alcoólicas (35,6%). Em 2015, o número tinha sido inferior: 190 das 555 vítimas mortais acusaram álcool nas autópsias, representando 34,2% do total de mortos.
