
A alegada existência de águas subterrâneas, que fez derrapar o custo do novo Hospital Pediátrico de Coimbra em muitos milhões de euros, foi uma "fraude", diz o ex-fiscal residente da obra.
João Costa da Silva, que deixou aquelas funções depois de ser proibido de entrar na obra em 2008, põe em causa a argumentação que, em grande medida, permitiu ao consórcio construtor Somague/Bascol invocar custos imprevistos e cobrar cerca de 10 milhões de euros em contratos adicionais e alcançar uma indemnização de 16,7 milhões, em ação arbitral ganha à Administração Regional de Saúde do Centro.
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