
A cadeia de Izeda tem atualmente uma lotação de 201 reclusos distribuídos por quatro alas
Foto: Direitos Reservados
Desligavam cabo do computador para venda não ficar registada. Tabaco, café e produtos de higiene eram usados no mercado negro da prisão de Izeda.
Quatro reclusos conseguiram retirar de dois bares da cadeia de Izeda, em Bragança, mais de 31 mil euros em produtos. O café, o tabaco, os sumos ou os produtos de higiene furtados eram usados para, no mercado negro da prisão, pagar favores, serviços de limpeza da cela ou como moeda de troca por roupa e sapatilhas. O esquema criminoso foi descoberto no início deste ano e está a ser investigado pelo Ministério Público.

