
Fábio Carvalho reside em Almada e candidatou-se ao Porta 65+ em maio, mas está há mais de cinco meses à espera de resposta
Foto: Rita Chantre
Famílias monoparentais ou com quebra de rendimentos desesperam. Há quem pondere deixar a casa e perder o apoio.
A lista de espera das candidaturas ao apoio Porta 65+, lançado há um ano e meio para famílias monoparentais ou com quebras de rendimentos, já vai em quase um ano, quando a lei dita o prazo de 45 dias úteis. Na base do atraso está a lentidão da troca de informações entre os organismos do Estado, que nunca foi assegurada com a criação do programa de apoio. Há 2800 candidatos à espera.
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