
Caso da menor que matou a irmã à facada voltou a fazer soar alarmes sobre a criminalidade violenta entre os mais novos
Mário Vaza / Global Imagens
O caso da menor de 16 anos que matou a irmã, de 19, à facada por motivos fúteis - desavenças por causa de um telemóvel - e enterrou o corpo num terreno próximo de casa, em Peniche, voltou a fazer soar alarmes sobre a criminalidade violenta entre as faixas etárias mais novas.
O mais recente alerta veio do diretor da Polícia Judiciária de Leiria que, em conferência de imprensa sobre o caso, referiu que as autoridades têm assistido, cada vez mais, a uma "grande intolerância dos jovens para com o confronto". Apesar de ter sublinhado que o caso é "completamente incomum", Avelino Lima voltou a chamar a atenção para o facto de a tolerância estar "a desaparecer da nossa juventude", que passa "facilmente à violência". "Basta ver a criminalidade com utilização de armas brancas associada à delinquência juvenil, por exemplo. Isto é algo sobre o qual devíamos todos refletir", alertou.

