
Maria da Luz nunca sonhou que um dia iria engordar larvas para alimentação humana na sua quinta de Piares
Artur Machado/Global Imagens
Insetos comem caules de couve, cenouras, batatas e abóbora durante seis a sete semanas em contentores.
Nem nas mais ousadas dietas alimentares, Maria da Luz, agricultora de Penhalonga, no Marco de Canaveses, se atreveu “a sonhar que um dia iria engordar larvas para a alimentação” humana. Mas o certo é que essa realidade chegou ao dia a dia desta mulher que, com o marido, trata da agricultura numa quinta no lugar de Piares. Ali, são engordadas larvas para serem transformadas em farinha para consumo humano.
Acesso exclusivo a assinantes
Já é assinante? Inicie sessão
Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos
Navegação sem publicidade intrusiva
Versão digital do jornal, suplementos e revistas
