"Et tu, Yevgeny?" Perguntas, respostas e dúvidas de uma rebelião na Rússia

Um jovem, com a bandeira da Rússia, posa para a fotografia em frente a um carro militar do grupo Wagner com a inscrição "Rostov
AFP
O dia de São João foi "agitado" para os russos. Os paramilitares do Grupo Wagner deixaram o Leste da Ucrânia, onde têm assumido a despesa principal da agressão de Putin aos ucranianos, e entraram pela Rússia adentro, com Moscovo na mira.
A "rebelião" durou um sábado, deu esperança a russos descontentes e às vítimas ucranianas e fragilizou, aparentemente, o poder do presidente russo. Dois dias depois, não se sabe o destino de Yevgeny Prigozhin, aparentemente exilado na Bielorrússia, ou dos cerca de cinco mil homens que comandava, mercenários com salvo-conduto para regressar à frente de batalha sem represálias - palavra do Kremlin.
