
Frederico Varandas, de 45 anos, à chegada ao Tribunal do Bolhão, esta terça-feira, onde está a ser julgado por difamação
Foto: José Carmo
“Respeito o trabalho da Justiça e, por ora, não tenho mais nada a declarar”. Foi desta forma que o presidente do Sporting, Frederico Varandas, manifestou a vontade de não prestar declarações à juíza do Tribunal do Bolhão que, hoje, o começou a julgar por ter chamado “bandido” ao líder do F. C. Porto, Pinto da Costa.
Na primeira sessão do julgamento – no Porto e não em Lisboa, como Varandas pediu, alegando que as declarações alegadamente difamatórias tinham sido prestadas na capital e que era aí que deveriam ser escrutinadas –, o queixoso, Pinto da Costa, esteve ausente. A sessão prosseguiu com a audição de seis testemunhas.

